segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bon Odori

Bon Odori (em japonês: O-bon お 盆 ou simplesmente Bon 盆, Bon Odori) é um festival que ocorre anualmente durante o verão (entre júlho e agôsto, no Japão - verão nórdico), sempre após o pôr do sol, pois prevalece a crença de que os espíritos somente saem durante a noite.

Cada localidade escolhe uma data específica para fazer os seus festejos durante esse período.

Festival de tradição budista, tem as suas origens na China. Durante o Bon celebram-se as almas dos antepassados com danças em grupo e levando-se lanternas acesas saudosamente lembrando da sabedoria dos antepassados.

Apesar de análogo ao dia dos finados, durante o Bon são tocadas músicas tradicionais alegres e, sobretudo, predomina um clima de jovialidade, gratidão e participação geral. Muitas famílias aproveitam a oportunidade para se reencontrarem durante o Bon, voltando das grandes cidades aos seus lugares de origem.




















Conta-se que o Bon Odori surgiu com um discípulo de Buda, chamado Mokuren. Com uma força de inspiração extraordinária, Mokuren tornou-se capaz de ver qualquer recanto do mundo, descubrindo sua falecida mãe no mundo das trevas. Triste, procurou por Buda no intuito de salvá-la.

Para Buda, o recurso seria reunir todos os monges para fazer a maior oferenda possível. Feito isso, a mãe de Mokuren foi salva e renasceu no mundo da paz. Feliz, Mokuren inicia a dança que se transformaria no que hoje é conhecida como Bon Odori, expressão de alegria e paz.


Expressão de Cultura Milenar

O Bon Odori – Festival de dança, música e culinária japonesa – tem como principal objetivo divulgar a cultura japonesa, estreitando os laços de amizade entre Brasil e Japão.

Esta, é uma das mais belas festividades da milenar cultura japonesa. É no Bon Odori que reverenciamos os nossos antepassados, tanto na parte religiosa/espiritual (bon) quanto na parte festiva (odori). Desta forma, o Bon Odori é a expressão da alegria e da paz entre a terra e o céu.

O Bon também é celebrado nas comunidades de imigrantes japoneses e seus descendentes e amigos fora do Japão como nos estados de Oregon, Washington e na Califórnia, nos Estados Unidos, e São Paulo, Pará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e em Brasília, no Brasil.

Na cidade de Goiânia, capital de Goiás, a Associação Nipo Brasileira de Goiás (ANBG) que congrega hoje cerca de 500 famílias espalhadas nas diversas atividades sócio-econômicas do Estado, promove um dos mais bonitos festivais Bon Odori do País.

















Fontes:
Associação Nipo Brasileira de Goiás (ANBG)

Wikipédia

sábado, 30 de julho de 2011

Retiro em agosto no Templo Zen Nonin de Cobacabana - RJ

























Templo Zen Nonin de Copacabana no Rio de Janeiro, convida a todos para o próximo Seshin, que ocorrerá nos dias 05, 06 e 07 de Agosto.

Para mais informações visite: NONIN


Fonte: Templo Zen Nonin

Peregrinação ao Butão com Khamtrul Rinpoche














A Linhagem Drukpa(Dragão) do Budismo Tibetano, através de seu líder e orientador espiritual S.S. o 12º Gyalwang Drukpa e seu filho de coração S.Ema. Khamtrul Rinpoche, estará realizando um encontro direcionado para as pessoas que vivem nas Américas, o Drukpa Américas (17 a 25 de outubro).

Como uma tradição de yoguis e yoguinis, naturais caminhantes, uma das maneiras utilizadas para favorecer o surgimento de sabedoria e compaixão em nossos corações é através das peregrinações (yatras) por locais sagrados.

Logo, antes e após os ensinamentos do retiro Drukpa Américas, uma pequena Yatra no Nepal(16, 26, 27, 28 de outubro) será realizada, assim como a Yatra Butão (30 de outubro a 08 de novembro), que prevê um percurso de 10 dias pelos locais nos quais realizados mestres praticaram.

Click aqui para saber mais: Drukpa Brasil

Fonte: www.drukpadharma.org

Preparações para visita do Dalai Lama ao Brasil

terça-feira, 22 de março de 2011

Campanha "SOS Japão", realizada pela Pastoral Nipo-Brasileira (Panib), para ajudar vítimas do terremoto no Japão













A coleta de donativos acontece desde o último dia 14 deste mês, mas a campanha atingiu o ápice em três missas realizadas no último domingo.
Até o final da tarde de ontem, pouco mais de 400 pessoas aderiram à campanha "SOS Japão", realizada pela Pastoral Nipo-Brasileira (Panib), na Paróquia São Maximiliano Maria Kolbe, para ajudar as vítimas do terremoto e do tsunami no Japão, que ocorreram no dia 11 deste mês.
A coleta de donativos acontece desde o último dia 14, porém as manifestações ocorreram durante as três missas na igreja no último domingo. "Não importa o valor que a pessoa irá doar: seja R$ 1, R$ 10 ou R$ 100, desde que a pessoa participe. O importante é que ao final da campanha tenhamos um volume considerável de dinheiro. Cada doação faz diferença", ressaltou o frei Nestor Marin, responsável territorial pela paróquia. Para garantir o destino final do dinheiro, ele conta que um documento será emitido ao final da doação. "É uma espécie de recibo ou termo de compromisso, comprovando que o valor será depositado em contas bancárias da diocese no Japão".

A campanha segue até o dia 6 de abril, quando será realizada uma missa solene às 21 horas em memória às vítimas do terremoto e do tsunami. O bispo dom Airton José dos Santos é quem comandará a celebração. As doações poderão ser feitas durante a semana na secretaria-geral da paróquia, na rua Francisco Vaz Coelho, 621, na Vila Lavínia, das 8 às 17 horas.

Templos
Além da Paróquia Maximiliano Kolbe, outras entidades recebem donativos em favor das vítimas do Japão: o Bunkyo de São Paulo, a Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, a Beneficência Nipo-Brasileira e o Bunkyo de Mogi das Cruzes. As instituições que representam a colônia japonesa criaram contas para encaminhar os donativos ao Japão.

Os 16 templos budistas de São Paulo também anunciaram ontem arrecadação de fundos para as famílias japonesas desabrigadas. Em Mogi, há o Templo Budista Ryushioji, que segue as diretrizes do budismo HBS Brasil e conta com mil famílias fiéis. De acordo com o monge Shintoke Macedo, o número da conta que irá receber os donativos deve ser divulgado nos próximos dias, mas os interessados em aderir à campanha poderão comparecer ao templo, na avenida Pedro Machado, 710, no Mogi Moderno.


Leia notícia na fonte: MOGI NEWS

Ziggy Marley prestigia o Daissen Restaurante Vegetariano de Florianópolis

















O adepto do vegetarianismo e estrela internacional, Ziggy Marley, esteve no Daissen Restaurante Vegetariano, empresa que subsidia a Comunidade Zen Budista de Florianópolis, o restaurante foi escolhido para fornecer as refeições da troupe.
Ziggy pediu informações sobre o budismo e um dos monges da comunidade explicou seus principais princípios a ele, atrás na foto vêem-se ilustrações de retiros zen budistas que decoram o restaurante.
Na foto, Álvaro Chalegre, Chef do Daissen Restaurante, recebe Ziggy Marley em seu estabelecimento. O artista mostra o presente que recebeu por nossas mãos da SVB - Sociedade Vegetariana Brasileira -, uma camiseta da campanha Segunda-feira sem Carne.
Na segunda foto o autógrafo de Ziggy com elogios ao Chef: The Best Food in the World!








































Leia notícia na fonte: O Pico da Montanha

quarta-feira, 16 de março de 2011

Novas pesquisas mostram que peixes têm consciência e podem sentir dor!


Más notícias para os entusiastas da pesca: os peixes podem ser mais do que meras máquinas de reflexo, como se pensava. Novas pesquisas mostram que, aparentemente, eles têm consciência e podem sofrer com a dor, e os pesquisadores estão pedindo que sejam tratados da mesma forma que mamíferos e aves.

Será que milhões de pescadores amadores e esportivos estão errados? Eles acreditam que ter um anzol maligno preso na boca não machuca o peixe. Os entusiastas da pesca insistem que o sistema nervoso das criaturas aquáticas é primitivo demais para que sintam dor de verdade. Reportagem de Günther Stockinger, Der Spiegel.

Depois de fisgarem o anzol, os peixes muitas vezes lutam de forma impressionante. Mas essa luta não confirma simplesmente como é pequena a agonia que vivenciam? “Se os anzóis de pesca fossem dolorosos, então um peixe fisgado não lutaria e aceitaria o puxar da linha de voa vontade, como um touro pode ser conduzido facilmente pelo anel nas narinas”, argumenta o pescador vienense Johann Braberntz no jornal “Der Fliegenfischer”.

Até agora, aficionados da pesca raramente foram acusados de crueldade, já que os peixes são vistos como forma de vida inferior. De fato, quase ninguém acredita que eles têm sentimentos como mamíferos e aves, e a maior parte das pessoas só têm sentimentos por animais de sangue quente.

Mas agora essa imagem de criaturas robotizadas que teriam uma memória de apenas três segundos está começando a rachar. As mais recentes descobertas de biólogos, neuro-anatomistas e pesquisadores de comportamento mostram que esses vertebrados antigos na evolução são muito mais do que máquinas de reflexo.

Pesquisadores da Universidade de Queen’s, em Belfast, provaram que, quando os peixes são sujeitos a estímulos de dor, os sinais não somem pela espinha. Os cientistas descobriram áreas da pele sensíveis diretamente por trás das brânquias de peixes dourados e trutas. Com a implantação de eletrodos, eles puderam mostrar que as células nervosas ali localizadas enviam sinais diretamente para o cérebro do peixe.

Quando os pesquisadores espetavam os animais com agulhas, uma fúria de mensagens neuronais eram transmitidas ao telencéfalo –a mesma região do cérebro onde os sinais de dor também são processados por animais e mamíferos.

Não um simples reflexo

Resultados similares agora foram alcançados com o salmão atlântico, a carpa e o bacalhau. “Esses estudos demonstram que áreas superiores do cérebro estão implicadas na resposta do peixe a eventos potencialmente dolorosos e que sua resposta não é um simples reflexo”, explica Lynne Sneddon, especialista em peixes da Universidade Chester, no Reino Unido.

Uma equipe de pesquisa espanhola pôde até identificar uma área no cérebro do peixe dourado que parece servir a uma função similar à do sistema límbico, região no cérebro humano que se torna altamente ativa quando as pessoas passam medo ou dor. Como nos mamíferos, esses receptores cerebrais no peixe consistem de uma série de estruturas anatômicas: sinais chegam para a amígdala e são processados por um filtro emocional, enquanto o hipocampo é para memória, mas também tem um papel importante na orientação espacial. Os pesquisadores buscaram por muito tempo em vão essas duas regiões, aparentemente porque estavam procurando no lugar errado. Acontece que, quando o peixe amadurece de embrião para adulto, sua arquitetura cerebral vira de fora para dentro: enquanto a amígdala e o hipocampo humanos são localizados profundamente nos hemisférios do cérebro humano, as estruturas comparáveis de um peixe desenvolvido se localizam diretamente na superfície do telencéfalo.

Testes comportamentais confirmaram esses resultados: os peixes dourados cujas estruturas comparáveis ao hipocampo no telencéfalo foram cirurgicamente desabilitadas subitamente perdem seu sentido de orientação –assim como os mamíferos cujas regiões cerebrais correspondentes foram desconectadas.

Além disso, quando os pesquisadores colocam as seções comparáveis à amígdala do telencéfalo fora de ação, os peixes deixam de aprender com os choques elétricos.

Isso prova que esses animais aquáticos supostamente insensíveis têm a estrutura necessária em suas cabeças para sentir medo e dor. “Apesar da estrutura e função do equivalente nos peixes ser mais muito que nosso sistema límbico, o fato que os cientistas descobriram a presença de estruturas similares é impressionante”, explica Victoria Braithwaite, zoóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia.

Alguns anos atrás, Braithwaite causou comoção com outra descoberta que fez sobre a fisiologia dos peixes. Ela encontrou mais de 20 receptores de dor em torno da boca e da cabeça da truta –ironicamente localizados precisamente onde os anzóis penetram na carne do peixe.

Esses receptores frontais do sistema nervoso reagem não apenas aos espinhos, mas também ao calor e agentes químicos. Combinados com as fibras nervosas especializadas que transmitem impulsos de dor, os receptores funcionam como os de outros vertebrados.

Consciência da dor

Mas os peixes são capazes de converter sua percepção desses sinais complexos em uma consciência da dor? Uma série de testes comportamentais sugere que sim.

Trutas cujos lábios foram injetados com veneno de cobra ou acido acético ventilam vigorosamente com suas brânquias por quase três horas e meia, param de se alimentar, se agitam para trás e para frente no assoalho do tanque ou esfregam os lábios nas paredes de vidro. Elas demonstram muito mais do que reações de três segundos.

A truta que foi sujeitada a agentes químicos nocivos não deu atenção a uma torre de Lego colorida introduzida em seu tanque, apesar de normalmente evitar novos objetos, sugerindo que sua atenção estava dominada pela dor. Contudo, os peixes que receberam anestésicos simultaneamente demonstraram o grau usual de cautela em relação aos objetos estranhos –porque a morfina aparentemente eliminara a dor.

Uma equipe de 20 especialistas trabalhando para a Comissão da UE em Bruxelas recentemente avaliou os experimentos feitos sobre o tema. Como todas as descobertas atuais sobre a capacidade dos peixes sentirem dor se baseiam em um número limitado de espécies, inclusive trutas, carpas, peixe zebra e peixe dourado, o grupo concluiu que não é possível, por enquanto, fazer maiores generalizações. Ainda assim, os especialistas reconheceram as seguintes conclusões sobre a vida emocional dos peixes: “Com estudos de sistemas setoriais, estrutura cerebral e funcionalidade, dor, medo e estresse, há evidências para componentes neurais da sensibilidade em algumas espécies de peixe.”

Os especialistas não apenas acreditam que os peixes são capazes de ter medo e dor, mas também sensações de prazer. Por exemplo, a oxitocina –chamada frequentemente de “hormônio do amor”- também foi documentada nos peixes.

Os defensores da pesca esportiva negam essas declarações como antropomorfismos inadmissíveis. Eles dizem que os atributos humanos foram inocentemente atribuídos aos animais.

Apesar dos defensores da pesca não poderem mais negar que os peixes têm um sistema para detectar sensações de dor, eles ainda sustentam que apenas um córtex cerebral altamente desenvolvido como encontrado em mamíferos pode produzir uma consciência dos estímulos de dor registrados. “Não há uma criatura humana escondida em um cérebro de peixe”, argumenta o pesquisador norte-americano James Rose, especialista muitas vezes citado pela indústria da pesca.

“A dor e o sofrimento do peixe não foram provados”, concorda Robert Arlinghaus, especialista em peixe do Instituto Leibniz de Ecologia de Água Doce e Pesca em Berlim. “Simplesmente não sabemos se os peixes têm tais sentimentos”.

Fluido cerebral

Para muitos especialistas, porém, a falta de córtex cerebral não parece mais ser uma razão suficiente para eliminar a possibilidade de consciência da dor. Casos médicos notáveis lançaram dúvida sobre essa velha escola de pensamento: neurologistas ocasionalmente relatam casos de pessoas que só têm metade do cérebro. Enquanto outros têm sinapses, esses indivíduos têm apenas fluido cerebral –e ainda assim muitas vezes são altamente inteligentes e bem adaptados socialmente.

Outros pesquisadores estão indo além. Eles sustentam que descobriram que mesmo invertebrados têm certa consciência de dor. Robert Elwood, especialista em comportamento animal da Universidade do Queens, em Belfast, aplicou acido acético à antena sensível dos camarões. Os crustáceos subsequentemente esfregaram as áreas afligidas por até cinco minutos. De acordo com Elwood, essa reação é reminiscente de como mamíferos reagem à dor.

O polvo, o mais inteligente de todos cefalópodes, talvez tenha uma vida emocional ainda mais diversa. Esses animais, que são famosos por suas contorções impressionantes, nunca param de surpreender os pesquisadores: conseguem abrir um frasco de remédios à prova de crianças se souberem que há delícias escondidas ali dentro e fazem fugas noturnas de tanques famosos por sua segurança são comuns. “Há muitas razões por que as pessoas não querem pensar sobre a dor entre invertebrados”, diz Elwood.

Os pescadores por hobby ou esportivos estão com medo que novas leis possam ser introduzidas que limitem seu prazer em pescar.

As leis atuais na Alemanha já estipulam que os pescadores só podem sair com sua vara e pescar se estiverem em busca de comida ou reduzindo os estoques para manter as populações de peixe saudáveis. Torneios onde o pescado é devolvido à água após ter sido pesado foram proibidos –além de uso de peixes como isca viva.

Os biólogos, contudo, não suspeitam primariamente dos pescadores solitários em rios e lagos de cometerem atos de crueldade sem sentido. Sua atenção é dirigida principalmente para as fazendas de peixes e para a pesca de alto mar industrial.

De acordo com Braithwaite, zoóloga da Pensilvânia, daqui a 20 anos, quase metade de todos os peixes que comemos serão criados em enormes fazendas em torno do mundo. “Se nos preocupamos em proteger porcos e frangos na indústria de alimentos, não devemos excluir os peixes”, argumenta.

Ela também diz que mais atenção deve ser dada para as enormes frotas de barcos de pesca que navegam pelos oceanos do mundo, de forma a garantir que as criaturas “sejam mortas de forma rápida e limpa”. “A maior parte das pessoas certamente não se sente confortável com as enormes quantidades de peixe que sufocam lentamente nos conveses dos navios”, acrescentou.

As instalações de pesquisa também estão passando por fiscalização crescente, pois os peixes estão cada vez mais substituindo os camundongos e ratos em laboratórios. Sneddon, especialista em Chester, acha que seria apropriado no futuro aplicar “diretrizes humanas” para essas criaturas mudas nos experimentos. Assim como com mamíferos, diz ela, “os pesquisadores devem administrar analgesia se não interferir com os resultados dos estudos”.

Tradução: Deborah Weinberg

Reportagem [The Hook That Hurts: Scientists Tip the Scales Against Anglers ] do Der Spiegel, no UOL Notícias.

LEIA A NOTÍCIA NA FONTE: ECODEBATE

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Escola Superior da Magistratura (Esmal) e o Tribunal de Justiça de Alagoas, promovem palestra com Monja Coen.



Dando continuidade ao ciclo de palestras que objetivam promover a formação humanística de juízes, servidores da Justiça e público alagoano, o Programa Esmal Cultural e o Tribunal de Justiça de Alagoas trazem para Maceió a Monja Coen Sensei, missionária oficial da tradição Soto Shu. A palestra que terá como tema: O Segredo da Felicidade e a Cultura da Paz e da Justiça , será realizada no próximo dia 30 de setembro, às 20 horas, no auditório da Escola Superior da Magistratura (Esmal), com entrada franca.

Sobre a líder do Zen Budismo

Monja Coen Sensei é missionária oficial da tradição Soto Shu - Zen Budismo com sede no Japão e é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001, com sede em Pacaembu.

Iniciou seus estudos budistas no Zen Center of Los Angeles - ZCLA. Foi ordenada monja em 1983, mesmo ano em que foi para o Japão aonde permaneceu por 12 anos sendo oito dos primeiros anos no Convento Zen Budista de Nagoia, Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo.

Participou de vários cursos e programas de formação para monges tendo se graduado no mestrado da tradição Soto Shu.

Retornou ao Brasil em 1995, e liderou as atividades no Templo Busshinji, bairro da Liberdade, em São Paulo, e sede da tradição Soto Shu para a América do Sul durante seis anos. Foi, em 1997, a primeira mulher e primeira pessoa de origem não japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil, por um ano.

Participa de encontros educacionais, inter religiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos, com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos.

Leia na fonte: AQUI ACONTECE

Lama budista lança livro em Rio Grande

Em “A Roda da Vida Como Caminho Para a Lucidez”, o lama Padma Samten oferece aos leitores de língua portuguesa um resumo de alguns dos pontos fundamentais do budismo. Com uma linguagem simples e bem-humorada, o lama descreve no livro os doze passos da construção do sofrimento humano – representados na imagem da Roda da Vida – , assim como o método para alcançar a lucidez, ou seja, a liberação do sofrimento.

Além de ter a virtude de reunir os mais importantes ensinamentos budistas, o livro de Padma Samten tem o mérito de mostrar como esse conhecimento pode (e deve) ser aplicado no dia-a-dia por qualquer pessoa que deseja livrar-se do sofrimento.

O lançamento do livro será na próxima quinta-feira, 30, às 19h, no Centro de Convívio dos Meninos do Mar (CCMar), acompanhado de uma palestra de Padma Samten sobre o budismo. A contribuição sugerida é de R$ 10.

Padma Samten - Alfredo Aveline como foi batizado - foi professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul por 25 anos, no departamento de Física. Paralelamente recebeu ensinamentos de vários mestres budistas no Brasil e no exterior e, em 1993, foi aceito como discípulo pelo mestre Chagdud Tulku Rinpoche. Ordenado em Três Coroas/RS, em dezembro de 1996, por seu mestre como lama budista da linhagem Ningmapa, seus ensinamentos são apresentados com o foco de beneficiar os seres diretamente em seu cotidiano. Suas atividades são pautadas pelos princípios do não sectarismo, da responsabilidade universal e da cultura de paz. Também atua no estabelecimento do diálogo inter-religioso e na união com movimentos sociais e ecológicos. Atualmente Padma Samten reside na sede do Instituto Caminho do Meio, no Centro de Estudos Budistas Bodisatva em Viamão, no Rio Grande do Sul.

Leia na fonte: JORNAL AGORA

sábado, 25 de setembro de 2010

Stephen T. Asma, professor de Filosofia e Ciências Humanas interdisciplinares no Columbia College, em Chicago, lança o livro "Porque Sou Budista"

«Porque Sou Budista», de Stephen T. Asma (professor de Filosofia e Ciências Humanas interdisciplinares no Columbia College, em Chicago), é uma das proposta da Estrela Polar para este mês de Setembro.



«Porque Sou Budista», de Stephen T. Asma


«Há muitos livros sobre o budismo. O que torna este diferente e apelativo é a abordagem iconoclasta e irreverente mas, ao mesmo tempo, solidamente fundamentada de Stephen T. Asma.
Para o autor, é lamentável que a maior parte do que pensamos ser o budismo seja, na verdade, pouco mais que «treta New Age.»
Em sete capítulos, Asma defende uma prática espiritual autêntica e inclusiva. Um budismo para todos. Um budismo para quem não gosta de religiões mas anseia pela espiritualidade.
Mostra-nos uma prática espiritual que não exige a crença em dogmas. Uma prática que não exige uma dieta à base de arroz integral, nem queimar incenso, e muito menos pôr de lado a nossa mente e ignorar a nossa cultura.
´Não sou monge, nem sequer membro de um templo. Estudei budismo com alguns académicos e praticantes extraordinários, e ensinei budismo durante muitos anos nos Estados Unidos e na Ásia – mas acho que os gurus são doidos. É provável que beba demais, e não estou minimamente interessado na abstinência sexual. Gosto dos White Sox e como carne. Se um tipo como eu pode ser budista… acredite, também há lugar para si´»


FONTE: Diário Digital (Portugal)

quinta-feira, 11 de março de 2010

Meditação em Pauta

Excelente matéria informativa, a respeito dos benefícios reais e comprovados pela medicina ocidental, sobre a prática da meditação.











Leia matéria na íntegra nos links abaixo:

PARTE 1
http://www.istoe.com.br/reportagens/51821_O+PODER+DA+MEDITACAO+PARTE+1

PARTE 2
http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/51829_O+PODER+DA+MEDITACAO+PARTE+2/3

sábado, 3 de outubro de 2009

Onde a Ciência e o Budismo Se Encontram

Um excelente vídeo que abre um paralelo entre a maneira Budista e a Científica de se perceber e entender a realidade, ilustrando de maneira fantástica o vazio, a interconectividade de todas as coisas, e a natureza da realidade.
O vídeo nos mostra que dois modos de percepção aparentemente opostos, não material e material, intuitivo e racional, espiritual e científico, são na verdade duas maneiras de se entender uma só realidade, dois lados de uma mesma moeda!

Parte 01



Parte 02

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mestre Tokuda dá entrevista para Patrícya Travassos no programa Alternativa Saúde

No programa Alternativa Saúde, Patricya Travassos conversa com o mestre zen budista Ryotan Tokuda, que dá dicas de como aliviar o estresse do dia-a-dia e explica como podemos crescer nas horas de sofrimento.





Fonte: Michel Seikan

sábado, 1 de agosto de 2009

Poema do Zazen



Fazendo zazen calmamente no dôjô,
Colocando de lado todos os pensamentos negativos,
Obtendo nada além de uma mente sem desejos —
Esta alegria está além do paraíso.

O mundo corre atrás de fama e honra,
Roupas bonitas e conforto,
Mas estes prazeres não são a verdadeira paz —
Você corre e permanece insatisfeito até a morte.

Vista o kesa e o kimono preto e pratique o zazen,
Concentre-se com determinação —
Quer esteja quieto ou em movimento,
Veja com seus olhos a profunda sabedoria interior.

Observe e conheça intimamente
O verdadeiro aspecto de toda ação e de toda a existência —
Seja capaz de observar o equilíbrio,
Compreenda e conheça com uma mente que está totalmente calma

Se você é assim,
Sua dimensão espiritual —
A mais elevada no mundo —
Estará além de qualquer comparação.

Kodo Sawaki Roshi

Fonte: Dharmanet

Dalai Lama inicia sua 35ª visita à Alemanha


Durante a 35ª visita à Alemanha, o líder espiritual tibetano participará de debates e leituras sobre o budismo num estádio de futebol em Frankfurt e se reunirá com autoridades.

Uma reunião com o governador Roland Koch deu início, nesta quarta-feira (29/07), à visita do líder espiritual tibetano, o Dalai Lama, ao estado alemão de Hessen. O religioso se encontrou com o seu amigo e aliado político em Neu-Isenburg, logo após a chegada à Alemanha.

Koch, que integra a União Democrata Cristã (CDU), voltou a defender os direitos do povo do Tibete e elogiou a luta do Dalai Lama em prol da cultura, da língua e da religião dos tibetanos. O governador disse ainda que o líder espiritual conta com a simpatia dos habitantes de Hessen.

O Dalai Lama permanecerá em Hessen até a próxima segunda-feira. O ganhador do Prêmio Nobel da Paz cumprirá até domingo um programa de leituras e debates religiosos sobre o budismo no estádio de futebol Commerzbank Arena, em Frankfurt.

Os ingressos para assistir aos encontros custam entre 29 e 230 euros. De acordo com as associações budistas alemãs que organizam o evento, 45 mil entradas foram vendidas antecipadamente. Segundo os organizadores, 7 mil pessoas compareceram nesta quinta-feira à primeira leitura, que abordava as etapas da meditação.



O Dalai Lama se encontrará ainda com outras autoridades alemãs, entre elas a ministra da Ajuda ao Desenvolvimento, Heidemarie Wieczorek-Zeul, do Partido Social Democrata (SPD), e a prefeita de Frankfurt, Petra Roth, da CDU.

Neste ano, esta já é a segunda viagem do Dalai Lama à Alemanha, país europeu mais visitado pelo líder religioso. Desde 1973, ano da primeira visita, ele esteve 35 vezes no país.

Na Alemanha vivem em torno de 250 mil budistas. A visita do Dalai Lama é organizada pela União dos Budistas Alemães, pela Tibethaus Deutschland e pela organização Pagode Phat Hue, que congrega budistas vietnamitas.

Leia na fonte: DEUTSCHE WELLE

domingo, 26 de julho de 2009

Mosteiro Taung Kalat, beleza construída na boca de um vulcão


O Mosteiro Taung Kalat, está localizado no centro da Birmânia (Myanmar), mais precisamente no topo do Monte Popa. Impressiona o fato do mosteiro budista ter sido construído na boca de um vulcão, tão curioso quanto os famosos Mosteiros de Meteora na Grécia.
A impressão que dá, é que ele pode ser lançado a qualquer momento, pois não se sabe ao certo se ele está ativo ou já foi extinto. Taung Kalat impressiona por sua beleza, localizado há uma distância de 1518 metros do nível do mar, proporcionando uma vista incrível.

O mosteiro é um lugar de peregrinações para os habitantes do lugar, que sobem os 777 degraus que levam ao mosteiro. Os budistas consideram a montanha sagrada e dizem ser ali, a morada dos mais poderosos Deuses.

Leia e veja mais fotos na fonte: Impacto Rondônia

Meditar para manter a concentração

Você pensa em mil coisas ao mesmo tempo, mas não consegue se concentrar em nada? Esquece o que tinha para fazer e tem dificuldades de fixar nomes, datas ou eventos importantes? Não fique nervoso. Falta de concentração tem cura!


A concentração está ligada à nossa capacidade de focar a atenção sobre um determinado estímulo sensorial (como uma música) ou funções mentais (como um cálculo). Segundo o neurologista Pedro Alessandro de Oliveira, a função é processada em diferentes partes do cérebro, mas tem início no tronco encefálico a parte mais primitiva do órgão. De lá, o estímulo segue para o córtex cerebral, que faz com que tenhamos a sensação de alerta necessária para nos mantermos concentrados em determinada tarefa ou estímulo. É como se um foco de luz fosse direcionado para determinado ponto, e os outros ficassem parcialmente apagados sem significar, no entanto, que deixaram de estar ali.

– Por esse motivo, quando estamos focados em algo, os outros canais perdem parte da percepção. Caso contrário, não conseguiríamos ler um livro num lugar com barulho – diz.

Esse foco segue uma ordem de prioridade. Primeiro, respondemos aos estímulos ligados à sobrevivência, quando nos sentimos ameaçados por algo. É o que nos faz sentir o cheiro de um leve vazamento de gás ou o barulho no trinco da porta de casa. Depois, priorizamos temas e estímulos que são mais agradáveis. A emoção modula a capacidade que temos de nos concentrar.


Os monges refletem a calma e a precisão de quem domina a própria mente. A monja zen Coen Sensei explica que, no entanto, a iluminação é fruto de treinamento diário.

– Basta nos perguntarmos: o que estamos fazendo, onde estamos, o que estamos sentindo? É uma forma de nos colocarmos novamente no presente – ensina.

Para ela, quando estamos concentrados, conseguimos estabelecer uma relação mais íntima com a realidade. Dessa forma, os problemas ficam mais simples de se resolver.

O filósofo Ricardo Lindermann acredita que a superação do excesso de estímulos é o grande desafio para a concentração, e que o desprendimento da explosão de informação que nos bombardeia é uma questão de treino. Ele lembra que sábios orientais comparavam nossa mente a um macaco que pula de galho em galho em busca de frutos doces.

– Como tal, o pensamento dificilmente se contenta. É preciso orientá-lo em metas, para que consiga se aquietar – diz.

E como fazer isso? A meditação é, segundo ele, uma boa estratégia para manter o equilíbrio e para o autoconhecimento.

– Com ela, descobrimos que não somos nossa mente. Para domá-la, basta lembrar que o pensamento se nutre de atenção – completa.

Leia na fonte: Diário Catarinense

sábado, 25 de julho de 2009

Lama Budista Padma Samten faz palestra aberta ao público em Balneário Camboriú


Com entrada franca, a palestra trará o tema: “como viver relações com compaixão, amor e lucidez”. Será realizada no dia 4 de agosto a partir das 19h 30min no Recanto das Águas Resort e Spa

No dia 4 de agosto, terça-feira, o Recanto das Águas Resort e Spa será sede de palestra aberta ao público (entrada gratuita) com o mestre budista Lama Padma Samten que abordará o tema "como viver as relações com compaixão, amor e lucidez".

Na ocasião, o mestre budista passará orientações para auxiliar na compreensão da espiritualidade e da cultura de paz como caminho para desenvolver boas relações no ambiente e no cotidiano.

Com entrada franca, a palestra será realizada no na sala açoriana do resort, em Balneário Camboriú, e terá início às 19h 30min.

Sobre o palestrante

Físico com bacharelado e mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alfredo Aveline foi professor de 1.969 a 1.994 dedicando-se especialmente ao exame da física quântica, teoria na qual encontrou afinidade com o pensamento budista. Em 1.996 foi ordenado lama pelo mestre tibetano Chagdud Tulku Rinpoche, título que significa líder, sacerdote e professor.

Atualmente, dirige a entidade Instituto Caminho do Meio - Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB).

Inscrições e informações podem ser feitas pelos telefones e e-mails:

(48) 3024-5482 - floripa@cebb.org.br
(48) 8823-4789 - ale@caminhodomeio.org
(47) 9996-4302 - palestralamasamten@hotmail.com

Fonte: ABN News

quinta-feira, 23 de julho de 2009

MARCHA MUNDIAL PELA PAZ E A NÃO-VIOLÊNCIA

Retiro Zen Budista Tradicional

O Sesshin, retiro zen tradicional, é uma prática de introspecção e observação profunda.


Num retiro zen budista, tentamos criar as condições exteriores e interiores que nos permitem afastar a agitação e dispersão da nossa mente. Num ambiente envolvente, observamos e praticamos o silêncio, procurando falar somente o indispensável durante as atividades coletivas. A rotina de um sesshin envolve períodos de zazen (meditar sentado), intercalados com períodos de kinhin (meditar caminhando), teisho (palestras formais), oryoki (refeição em plena atenção), samu (atividades de limpeza do dojô), caminhadas meditativas e de leitura de sutras.

Um retiro oferece a oportunidade de experienciar a vida de uma forma mais leve e receptiva. Ao estarmos mais atentos e conscientes de tudo, das nossas relações de interdependência com os outros, refinamos a nossa habilidade de vivermos no "aqui e no agora".

Valores: 120,00 - membros / 140,00 - contribuintes / 160,00 - não contribuintes

Inscrições e informações: Daissen - Portal Zen Budista

Contato: (Juliana) juliana@chalegre.com.br
Telefones- (48)9971.1323 ou (48)3225.8896

Curso "O Nobre Caminho Óctuplo e a prática do Nobre Silêncio, Concentração e Plena Atenção"


A Sociedade Budista do Brasil convida todos para o curso com o tema:"O Nobre Caminho Óctuplo e a prática do Nobre Silêncio, Concentração e Plena Atenção"

Instrutor: Arthur Shaker - Casa de Dharma

Módulo 2 - Concentração e Plena Atenção nos obstáculos e grilhões: Liberando a mente

Uma oportunidade para uma prática de concentração e plena atenção mais intensiva com orientações de meditação sentado e andando e transmissão dos ensinamentos sobre o Nobre Caminho ensinado pelo Buddha. Práticas de yoga e exercícios de respiração.

Aprenderemos como conseguir a tranqüilização necessária para lidar com as distrações e alcançar níveis mais sutis de concentração e, a partir dessa base, obter recursos para praticar a meditação Vipassana e aprofundar sua prática.

Data:
29 e 30 de agosto (sábado e domingo)

Horário:
9-17h sáb / 10-16h dom.

Local:
Rio de janeiro - RJ
Sede da SBB - veja aqui como chegar.

Para a inscrição e mais informações:

(21) 2205 4102 / 2245 4331 / 8648 0198
E-mail: sbbcursos@gmail.com

Fonte: Sociedade Budista do Brasil

Yoga pela Paz 2009 comemora a 4ª edição e envolve todo o país



Os patrocinadores e apoiadores apostam cada vez mais numa união pela Paz

O Grupo Santander Brasil (Banco Real e Banco Santander) e a Gol Linhas Aéreas apresentam o evento Yoga pela Paz 2009, que acontecerá de 14 a 16 de agosto em São Paulo e seis capitais brasileiras e conta com o patrocínio da Cia Athletica, Havaianas, Nestlé, Side Walk e Yogini. O apoio é do Hotel Matsubara e a Prefeitura do Município de São Paulo e o SESC apoiam institucionalmente.
Pesquisas científicas comprovam cada vez mais o que os iogues e monges já sabiam há milênios – a meditação eleva a alma, aumenta a sintonia entre os seres humanos e conduz à Paz. Foi este o objetivo de Márcia de Luca, fundadora do Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda (Ciyman), em São Paulo, e Fran Abreu, CEO da agência de publicidade DPTO quando criaram o Yoga pela Paz, já em sua quarta edição.
Neste ano, o grand finale que sempre acontece no Parque do Ibirapuera, será na manhã de domingo, 16 de agosto, com música, meditação e transmissão ao vivo pela Internet, envolverá também atividades nas unidades da Cia Athletica do Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Belém e Manaus, além das cidades paulistas Campinas, Ribeirão Preto e São José dos Campos. O objetivo principal de todo o evento é que o maior número possível de pessoas participe da meditação coletiva em busca da Paz mundial.
Fran Abreu avalia: ”O apoio dos patrocinadores e apoiadores tem sido vital para o sucesso do nosso evento. Todos eles apostaram conosco nessa união que pode trazer a Paz mundial. Estamos muito animados com esta quarta edição e a expectativa é reunir nos três dias de evento, em São Paulo, aproximadamente 25 mil pessoas, isso sem falar nas outras capitais que terão transmissão simultânea pela Internet”.
Márcia de Luca afirma: ”Criamos o evento com a intenção de tornar o mundo melhor. Cada um de nós é responsável por essa mudança e para isso, é preciso criar uma integração entre corpo, mente e espírito. Yoga e meditação são as ferramentas ideais para oferecermos ao público essa oportunidade singular de desenvolvimento”.
Pela adesão que o projeto ganhou nesses anos, a ideia está no caminho certo. Em 2006, quando o evento teve apenas um dia, no Credicard Hall, reuniu cinco mil participantes. Em 2007, em três dias, cerca de 7 mil pessoas se juntaram às práticas, show e palestra. Em 2008, 20 mil pessoas compareceram ao evento, que contou também com o Congresso de Yoga e Ayurveda, com três dias de duração.

Confira a programação do evento *

Sexta-feira, dia 14 de agosto - Cia Athletica – Unidade Kansas
09h00 – 10h15 Andrea Palma (aula Ashtanga Vinyasa Yoga)
12h30 – 13h45 Analú Matsubara (aula Iyengar Yoga)
18h00 – 19h15 Lygia Lima (aula Vinyasa Flow)
19h30 – 20h45 Maite Alves (aula Hatha Yoga)
21h00 – 21h30 Agni Rotra (Ritual do Fogo)


Sábado, dia 15 de agosto - Sala 1 (SESC – 7º. andar)
10h00 – 10h30 Credenciamento
10h30 – 11h15 Prem Baba (meditação)
11h30 – 13h30 Michelline Berry (aula Vinyasa Flow)
13h45 – 15h00 Matthew Volmer (aula Ashtanga Yoga)
15h15 – 16h30 Gustavo Ponce (aula Sattva Yoga)
16h45 – 18h00 Doug Swenson (aula Ashtanga Yoga)
18h00 – 20h00 Dr. David Frawley (palestra Inner Yoga)
Shambhavi Chopra (palestra Tantra Yoga)

Sala 2 (SESC – 4º. andar)
10h30 – 11h15 Paula Ornelas (palestra Yoga e Cultura Indiana)
11hh30 – 12h45 Felipe Amorim (aula Hatha Yoga)
13h00 – 14h15 Naira Prado e Iara Ananda (aula Dança Bollywood)
16h00 – 17h15 Kathy Lobos (aula Vinyasa Flow)

Auditório (SESC)
11h00 – 12h00 Krucis (música clássica indiana)
13h15 – 14h30 Silvana Duarte (apresentação Odissi)
14h30 – 15h45 Arthur Veríssimo (video Índia Exótica)
16h00 – 17h00 Harbans Arora (palestra Física Quântica)

Sala 3 (SESC – 5º. andar)
10h30 – 11h15 João Soares (aula Yoga para Crianças)

Domingo, dia 16 de agosto - Ibirapuera
9h00 – 9h45 Apresentação Jyoti
9h45 – 10h15 Abertura Fran Abreu e Márcia de Luca
10h15 – 11h00 Yoga com Regina Shakti
11h00 – 11h20 Mantras Shambhavi Chopra e meditação Márcia de Luca
11h20 – 13h00 Apresentação Mahabanda e Shaman's Dream

Mais informações:
Site: www.yogapelapaz.org
Twitter: yogapelapaz
Blog: http://yogapelapaz.blogspot.com/

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Religiões do Mundo

















O programa “Religiões do Mundo” é uma oportunidade para aprofundar o debate sobre o papel das religiões e do diálogo inter-religioso na sociedade contemporânea, a partir do Projeto de Ética Mundial, de autoria do teólogo suíço Hans Küng, que se apóia em quatro convicções básicas: não há paz entre as nações sem paz entre as religiões; não há paz entre as religiões sem diálogo entre as religiões; não há diálogo entre as religiões sem padrões éticos globais; não há chance de sobrevivência para nosso planeta sem uma ética global, uma ética mundial, apoiada por pessoas religiosas e não-religiosas.

A programação inclui a exibição de uma série de sete documentários organizada e apresentada por Küng. Intitulada “Religiões do Mundo”, a obra foi gravada nas grandes capitais religiosas do mundo, em locais que Küng buscou seguir as trilhas das religiões ao longo suas histórias e culturas. O projeto contempla as três maiores correntes religiosas presentes no planeta: as religiões da sabedoria de origem chinesa (Confucionismo e Taoísmo), as religiões da mística de origem indiana (Hinduísmo e Budismo) e as religiões da profecia de origem no Oriente Médio (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo). A partir dos vídeos, foi desenvolvida uma exposição de 15 banners sobre a temática, de forma sintética e didática, com conteúdos de outras duas tradições religiosas: as religiões indígenas e as religiões de matriz africana.

Realização

Início: 10 de agosto de 2009
Término: 08 de outubro de 2009
Duração: 14h (Exibições comentadas)
Local: Instituto Humanitas Unisinos - IHU, TV Unisinos e Casa de Cultura Mário Quintana - Porto Alegre


Objetivo

Geral

Promover a reflexão e o debate sobre a contribuição das grandes tradições religiosas do mundo (religiões da sabedoria de origem chinesa, religiões da mística de origem indiana e religiões da profecia de origem no Oriente Médio) para a construção da paz, de formas de vida mais humanas e de uma ética básica comum na sociedade e na cultura contemporâneas.

Específicos

• Oferecer indicações para a reflexão sobre as grandes tradições religiosas mundiais;
• Analisar os elementos éticos presentes nessas tradições e sua relação com o diálogo inter-religioso;
• Refletir sobre o significado da religião para a sociedade contemporânea;
• Debater sobre as possibilidades e os limites de elementos éticos comuns entre as grandes tradições religiosas e a importância destes para o mundo contemporâneo.

Público-alvo

Comunidade acadêmica e público em geral.


Programação*


TV Unisinos
Exibição na TV Unisinos – Canal 32 da NET ou 30 em UHF
• 10 de agosto a 21 de setembro, sempre às segundas-feiras, às 18h

Exibições comentadas
No Instituto Humanitas Unisinos - IHU (sextas-feiras, das 16h às 18h)
Agosto: 07, 14, 21 e 28
Setembro: 04, 18 e 25

Na Casa de Cultura Mário Quintana (quintas-feiras, das 19h às 21h)
Agosto: 20 e 27
Setembro: 03, 17 e 24
Outubro: 1º e 08

Islamismo
Instituto Humanitas Unisinos – IHU: 14 de agosto;
Casa de Cultura Mário Quintana: 20 de agosto;
Debatedor: Ahmad Ali (Sociedade Islâmica e do Centro Cultural Islâmico do RS).

Judaísmo
Instituto Humanitas Unisinos – IHU: 07 de agosto;
Casa de Cultura Mário Quintana: 27 de agosto;
Debatedor: Prof. Guershon Kwasniewski (Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência).

Cristianismo
Instituto Humanitas Unisinos – IHU: 21 de agosto;
Casa de Cultura Mário Quintana: 03 de setembro;
Debatedores: Rev. Jessé Castro Ramos (Igreja Episcopal Anglicana do Brasil);
Pr. Joe Marçal Gonçalves dos Santos (Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – IECLB).

Hinduísmo
Instituto Humanitas Unisinos – IHU: 28 de agosto;
Casa de Cultura Mário Quintana: 17 de setembro;
Debatedor: Swami Krishnapriyananda Saraswati (Presidente latino-americano da Sociedade Internacional Gita).

Religiões Chinesas
Instituto Humanitas Unisinos – IHU: 04 de setembro
Casa de Cultura Mário Quintana: 24 de setembro
Debatedor: Mestre Adriano Jagmin D’Ávila (Centro Cultural Tao).

Religiões Tribais
Instituto Humanitas Unisinos – IHU: 18 de setembro;
Casa de Cultura Mário Quintana: 1º de outubro;
Debatedores: Babalorixá Dejair Haubert (Sociedade Beneficente Ilê dos Orixás);
Ialorixá Dolores Dorneles Senhorinha (Associação Africanista Santo Antônio de Categeró).

Budismo
Instituto Humanitas Unisinos – IHU: 25 de setembro;
Casa de Cultura Mário Quintana: 08 de outubro;
Debatedores: Monja Kokai(Zen-Budismo);
Ricardo Strauch Aveline (Instituto Caminho do Meio)
Henrique Lemes da Silva (Instituto Caminho do Meio)

Exposição de banners
a EXPOSIÇÃO dos banners será conjunta às exibições-debate;

*Sujeito a alterações


Investimento: Evento gratuito.

Coordenação
MS Ana María Formoso – Unisinos
Profa. Dra. Cleusa Maria Andreatta – Unisinos
Prof. Dr. Inácio Neutzling – Unisinos
Maria Cristina Giani – Unisinos
Moisés Sbardelotto – Unisinos
Esp. Susana Rocca – Unisinos

Promoção
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Instituto Humanitas Unisinos – IHU
Escritório da Fundação Ética Mundial no Brasil

Mais informações:

Linha Direta Unisinos: +55 (51) 3591 1122
Email: humanitas@unisinos.br
www.unisinos.br/eventos
www.unisinos.br/ihu

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1§ion=Blogs&p=1&coldir=2&blog=544&topo=3994.dwt&uf=2&local=18

quinta-feira, 16 de julho de 2009

12º Vegan Festival - 22 a 25 de julho de 2009 - PUC-Rio



Veganismo: um estilo de vida revolucionário

O mundo clama por paz, respeito, dignidade. O meio ambiente está sendo impiedosamente dizimado e dá o seu troco. Os recursos naturais se esgotam diante da exploração insustentável e perdulária imposta por um modo de vida consumista. Perdemos a diversidade das espécies sem nem mesmo conhecê-la. Há doenças, obesidade, sofrimento, fome.

Depois de tantos anos de ideário 'paz e amor', 'igualdade entre gêneros e etnias', 'liberdade de expressão' e 'respeito à natureza' ainda engatinhamos, delegando a outros essa tarefa. Ao mudar nosso estilo de vida podemos desempenhar um papel fundamental na construção desse mundo melhor que todos queremos, onde a pomba branca da paz tenha onde pousar seus fatigados pés.

Conheça estilo de vida vegano e assuma as rédeas da própria vida.

Seja a mudança que você quer ver no mundo!

Leia toda a notícia e veja mais detalhes na fonte:
http://www.svb.org.br/12veganfestival/index.php?option=com_content&view=article&id=13%3Asobre-o-12o-fvi&catid=13&Itemid=26&lang=pt

Começa em São Paulo Mostra de Cinema Chinês


Começa hoje em São Paulo a I Mostra de Cinema Chinês, promovida pelo Instituto Confúcio da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A mostra traz documentários sobre o budismo e a produção de seda na região de Yangtse, além de filmes sobre artes marciais, geografia e costumes locais. Segundo informações do instituto, os filmes previstos para hoje são "Nenhum a menos" (Not One Less) - que narra os desafios de uma professora em um vilarejo do norte da China - e o documentário "As artes marciais da China" (Wushu). As sessões gratuitas acontecem às terças, sextas e sábados, em horários diferentes, na sede da instituição. A programação detalhada da mostra pode ser conferida no site do Instituto Confúcio.

Na próxima semana, nos dias 21, 24 e 25, a mostra traz "O cântico milenar do budismo" ("Buddhist Legacy in Qingzhou"), o documentário que mostra um panorama da religião desde sua origem na Índia até a fusão com a cultura chinesa. A direção do filme, com duração de 20 minutos, é de Liu Hongjin e Li Yu. Já na produção sobre a seda da região sul do Rio Yangtze, "Merchants on the Ancient Silk Road" esclarece o contexto histórico e econômico dessa indústria, explicando os motivos que tornaram a seda fonte de prosperidade da região. A direção é de Xue Yaning, com fotografia de Zhang Yuping.

Fonte: Agência Estado

Professor budista Ricardo Sasaki realiza oficinas de meditação em Curitiba



O Dhammacariya Ricardo Sasaki estará em Curitiba neste fim de semana para proferir palestra sobre “Os objetivos da meditação e o caminho preparatório” na sexta-feira (19), a partir das 19h30, no espaço “Casinha do Ser”, e conduzirá os workshops “ A preciosidade da vida”, no sábado (20) e domingo (21), e "A Carta a um amigo de Nagarjuna do ponto de vista do Buddhismo Antigo”, segunda-feira (22) e terça-feira (23). As oficinas serão realizadas na Comunidade Nalanda de Buddhismo Theravada - Grupo Curitiba .

A primeira oficina tratará da prática da meditação com os seguintes temas: O insight do Buddha; Reinos da Existência - vendo o samsara na experiência e seu escape; Porque renascemos; Coisas a serem lembradas constantemente; Preciosidade da Vida. Na segunda, Sasaki fará comentários sobre a Carta de Nagarjuna, considerado o pai do Mahayana. Nagarjuna certa vez escreveu uma longa carta ao rei Gautamiputra, sintetizando o caminho ensinado pelo Buddha. Quais são esses ensinamentos essenciais? Como alguém versado nos suttas antigos poderia entender as palavras de Nagarjuna? Que novos insights seguidores do Mahayana poderiam adquirir a partir do conhecimento das fontes ‘não-creditadas’ de Nagarjuna? Desenvolveremos o tópico através do texto em tradução original para o poruguês

Ricardo Sasaki começou sua prática no Buddhismo no começo dos anos 80 com o Zen e o Jodo, paralelamente ao estudo de religiões comparadas e simbolismo religioso com Adriano Colângelo, Olavo de Carvalho e Michel Weber, com os quais estudou por vários anos, tendo também praticado artes marciais com Colângelo, Weber e o mestre chinês Kao Ta Jung, além de ter ministrado cursos no Instituto de Estudos Tradicionais de Carvalho. No Soto Zen praticou com Ohata Sensei, e no Chogye (escola Zen Coreana) praticou com Diana Clark. Participou durante alguns anos do Instituto de Estudos Buddhistas Missionários do Higashi Honganji (Jodoshin) e também praticou o Tendai com Dôkan Sensei, um dos abades do Hiei-san do Japão.

Viveu nos Estados Unidos a fim de se aprofundar no Buddhismo Zen/Jodo, onde praticou o Zen Coreano no Providence Zen Center e o Zen/Jodo com o Gyomay Kubose, acabou entrando em contato com a escola Theravada, a mais antiga das ordens monásticas.Depois de um período vivendo no International Buddhist Meditation Center de Los Angeles, Sasaki mudou-se para a Thailândia, onde prosseguiu seus estudos no Theravada, vivendo cerca de um ano no Wat Suan Mokkh dirigido pelo Ven. Ajahn (Acariya) Buddhadasa, que se torna seu principal professor. Lá, enquanto vivia na área reservada aos monges estrangeiros conforme as regras do vinaya, atuou como coordenador de atividades estrangeiras do Suan Mokkh International.

Mudando-se para a Índia, além de uma peregrinação pelos oito lugares sagrados do Buddhismo, praticou com S.N. Goenka no Vipassana International Academy, com Anagarika Munindra no Mahabodhi Society e com Christopher Titmuss e Fred von Allmen em Bodhgaya, além de cursos menores em Buddhismo Tibetano em Bodhgaya e Kathmandu, Nepal. Também na Índia teve oportunidade de aprofundar seu interesse em história antiga e arqueologia, em lugares como Delhi, Agra, Varanasi, Bodhgaya, Nalanda, Calcutta, Jaipur, Ajmer, Sanchi, Khajuraho, Aurangabad, Daulatabad, Rauza, Tiruchirappalli, Bombay, Tiruvannamalai, Ajanta e Ellora, entre outros.

Após fundar o Centro Buddhista Nalanda (Nalanda Bauddha Madhyasthanaya) de Belo Horizonte, visitou várias vezes a Ásia para estudo e treinamento, tendo praticado no Malaysian Buddhist Meditation Center de Penang, Malásia; no International Centre for Training in Buddhist Meditation de Kanduboda, Sri Lanka. Além do trabalho com aconselhamento psicológico (USP 85), Sasaki tem formação em Yoga e Yoga-terapia pelo Vivekananda Kendra Yogas de Bangalore, Índia; e massagem thailandesa pelo Old Chiang Mai Traditional Hospital da Thailândia. Enquanto professor residente do Centro Buddhista Nalanda, ministrando cursos e retiros, ele também se dedica a editar livros buddhistas através de Edições Nalanda e a organizar retiros e cursos de meditação com mestres estrangeiros.

Informações Úteis

Dia 19, sexta-feira, 19h30
Palestra: Os objetivos da meditação e o caminho preparatório
Local: Espaço "Casinha do Ser", Rua Machado de Assis, 322, Juvevê,
tel. : 9991-3377
colaboração: R$ 10,00
Dia 20 e 21 de junho, sábado e domingo,
das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00
Workshop: “A Preciosidade da Vida”
Local: CEBB Curitiba - Rua Conselheiro Carrão 1155 - Alto da XV - Curitiba / PR
Participação: R$ 20,00 por período, R$ 70,00 os dois dias
Dia 22 e 23 de junho, segunda e terça,
das 19h30 às 21h00
Workshop: "A Carta a Um Amigo de Nagarjuna do ponto de vista do Buddhismo Antigo"
Participação: R$ 15,00 por noite
Site do grupo: http://curitiba .nalanda.org.br
Obs.: Caso haja dificuldade na contribuição dos valores, entre em contato.
Tel: 41-33236181 (Josane), 41-88223053 (Josane) / 41-99460304 (Fátima)
ou email: josaneferraz@gmail.com , fatimfern@gmail.com

Leia notícia na fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=cursos&id=21220

terça-feira, 14 de julho de 2009

Professor de yoga tem mais de 108 anos
























O lendário professor de yoga de 108 anos Swami Dev Murti está visitando a Bulgária novamente mais de 40 anos após sua última visita.
Murti declarou, "Olá, minha querida família Yoga. Eu estou muito feliz que depois de 40 anos ainda haja tanto interesse em yoga. Da última vez que estive na Bulgária eu fiquei muito supreso ao conhecer uma mulher vegetariana de 127 anos."
"Vocês Bulgaros precisam pensar em si mesmos, pelo seu sangue e corpo - ambos precisam ser bonitos, eu quero estar aqui com todos vocês - para ajudar, fazer excercícios de yoga e para que as crianças sejam vegetarianas e saudáveis," concluiu Murti, na rádio Darik.
Maharishi Swami Dev Murti começou a praticar yoga na idade de 3 anos. Os grandes mestres Himalaios costumavam levar o pequeno Murti, então com 5 anos, para as cavernas e lá lhe ensinavam os segredos da yoga.
Matiji Maharaj, professor de Maharishi Swami Dev Murti (que viveu até mais ou menos os 140 anos) enviou-o para India em 1958 para divulgar a ciência da yoga por todo o mundo. Ele foi então a pé para a Europa.
Tendo estudado as necessidades do homem moderno ele criou exercícios especiais para a coluna que supostamente dão resultados em 7 minutos de prática.

Fonte e tradução livre: Guia Vegano

domingo, 12 de julho de 2009

Talk show "Budismo e realidade" com Heródoto Barbeiro em São Paulo.


Na próxima quarta, dia 15 de julho às 19h, o jornalista Heródoto Barbeiro, conduzirá na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, um Talk Show sob o tema "Budismo e realidade", os convidados especiais serão: Monja Coen, Ricardo Mário Gonçalves e Daniel Calmanowitz.

Logo após o evento, Heródoto Barbeiro vai aproveitar para lançar a edição ampliada e revisada da obra Buda - Mito e Realidade em uma descontraída sessão de autógrafos que acontecerá no Teatro Eva Herz.

A Livraria Cultura do Conjunto Nacional, fica na Avenida Paulista, número 2.073.

As senhas serão distribuídas a partir das 18h.

Para mais informações acesse:

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/eventos/resenha.asp?nevento=4847&tipoEvento=autografo

Ou

http://cbn.globoradio.globo.com/eventos/talk-show/TALK-SHOW.htm

Fontes: Rádio CBN e Livraria Cultura

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A história do Tibete teve início há cerca de 2.100 anos.


Em 127 a.c. uma dinastia militar fixou-se no vale de Yarlung e passou a comandar a região, perdurando-se esta situação por oito séculos. Por centenas de anos "belicistas" o Tibete investiu sobre terras vizinhas. Este comportamento mudou em 617, quando o imperador Songtsen Gampo - 33º rei do Tibete – começou a transformar a civilização feudo-militar em um império mais pacífico. Seu reinado durou até 701, e seu legado foi imenso: criou o alfabeto tibetano; escreveu e estabeleceu o sistema legal tibetano (baseado no princípio moral segundo o qual é valorizada a proteção do meio-ambiente e da natureza); favoreceu o livre exercício religioso do budismo, e; construiu vários templos (dentre eles destacam-se o Jokhang e o Ramoche). Seus sucessores continuaram a transformação cultural, custeando traduções e criando instituições. O próximo rei do Tibete foi Tride Tsukden (704 – 754), o qual deixou seu filho como sucessor, o rei Trisong Detsen.

A partir do século VII a região tornou-se o centro do lamaísmo, religião baseada no budismo, transformando o país num poderoso reinado. Antigo objeto de cobiça dos chineses, no século XVII o Tibete é declarado incluído no território soberano da China. A partir daí seguem-se dois séculos de luta do Tibete por independência, conquistada - temporariamente - em 1912. Em 1950 o regime comunista da China ordena a invasão da região, que é anexada como província. A oposição tibetana é derrotada numa revolta armada em 1959. Como conseqüência, o 14° Dalai Lama, Tenzin Gyatso, líder espiritual e político tibetano, retira-se para o norte da Índia, onde instala em Dharamsala um governo de exílio.
Em setembro de 1965, contra a vontade popular de seus habitantes, o país torna-se região autônoma da China. Entre 1987 e 1989 tropas comunistas reprimem com violência qualquer manifestação contrária à sua presença. Há denúncias de violação dos direitos humanos pelos chineses, resultantes de uma política de genocídio cultural.
Em agosto de 1993 iniciam-se conversações entre representantes do Dalai Lama, laureado com o prêmio Nobel da Paz em 1989, e os chineses, mas mostram-se infrutíferas. Em maio de 1995 é anunciado pelo Dalai Lama o novo Panchen Lama, Choekyi Nyima, de 6 anos, o segundo na hierarquia religiosa do país. O governo de Pequim reage e afirma ter reconhecido Gyaincain Norbu, também de 6 anos, filho de um membro do Partido Comunista da China, como a verdadeira encarnação da alma do Panchen Lama.Ugyen Tranley, o Karmapa Lama, terceiro mais importante líder budista tibetano, reconhecido tanto pelo governo da China como pelos tibetanos seguidores do Dalai Lama, foge do país em dezembro de 1999 e pede asilo à Índia. A China tenta negociar seu retorno, mas Tranley, de catorze anos, critica a ocupação chinesa no Tibete.




















A causa da independência do Tibete ganha força perante a opinião pública ocidental após o massacre de manifestantes pelo exército chinês na praça da Paz Celestial e a concessão do Prêmio Nobel da Paz a Tenzin Gyatso, ambos em 1989. O Dalai Lama passa a ser recebido por chefes de Estado, o que provoca protestos entre os chineses. No início de 1999, o governo chinês lança uma campanha de difusão do ateísmo no Tibete.

Leia na fonte, conheça o site Free Tibet em Português: http://www.freetibetportugal.org/

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Eihei Dogen, fundador da escola Budista Soto Zen.


O Mestre Zen Budista Eihei Dogen, fundador da escola Soto Zen, nasceu em 1200, em Kyoto, então capital imperial do Japão. Também conhecido como: Dōgen Zenji , Dōgen Kigen, Eihei Dōgen, ou Koso Joyo Daishi (19 janeiro 1200 – 22 setembro 1253).

Ele foi uma figura religiosa proeminente em seu tempo, bem como um filósofo importante. Dogen é mais conhecido pelo seu Tesouro do Olho do Dharma verdadeiro ou Shōbōgenzō, uma coleção de noventa e cinco fascículos relacionados a prática budista e a iluminação.

Filho de nobres, perdeu o pai aos três anos e a mãe aos oito. A perda de sua mãe parece ter causado forte impressão sobre ele, fazendo-o entrar em contato com o conceito budista da impermanência (mujō) e iniciado o curso de suas questões sobre a natureza da existência.

“Zazen não é 'meditação passo-a-passo'.
Ao invés disso é a prática simples e agradável de um Buda,
a realização da Sabedoria do Buda. A verdade surge onde não há ilusões. Se você entender isso, você é completamente livre,
como um dragão que obteve água ou um tigre que reclina-se
em uma montanha. O Dharma (Lei suprema) surgirá
por si mesmo, e você estará livre de cansaço e confusão”.

Dōgen Zenji
道元禅師


Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A Vida do Buda !

Documentário em português muito bem produzido, exibido pelo canal GNT (TV cabo), da vida de Sidharta Gautama, o Buda Shakyamuni.

Ótima fonte de informação.

O material está dividido em 6 pates.



Clique aqui para assistir direto no Youtube.

O que é ser uma monja?

Monja Coen ensina o que é ser uma zen-budista

"O que é ser uma monja? É ser. É servir. É meditar. É orar. É aprender. É ensinar". Em "Sempre Zen - Aprender, Ensinar e Ser", seu segundo livro, Monja Coen volta a apresentar sua postura de vida, ensinamentos e aprendizados zen-budistas.

No livro, a autora ocupa-se em ensinar os termos-chave para a compreensão conceitual do zen. Sempre com um texto "leve como a brisa e pesado como a tempestade". "Budas são leves como borboletas, pesados como chumbo. Cada um de nós e manifestação da Terra. A vida de todos os seres da Terra se manifesta em cada um de nós", ensina.

Em palavras simples, fala do desapego do mundo agitado do dia-a-dia, do consumo intenso, do estresse, da competição, da posse, do medo de viver e de morrer.

Ordenada monja zen-budista em 1983, Monja Coen é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen-Budista de São Paulo. Participa de encontros educacionais inter-religiosos e promove a Caminhada Zen em parques públicos, com o objetivo de divulgar o princípio da não-violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos.

"Ser zen não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada. Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. É caminhar com leveza, com certeza. É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza", escreve no livro.

Com conceitos simples como esse, a monja busca ajudar as pessoas a se conhecerem melhor para se tornarem conscientes de seu papel.

Em 2004, Monja Coen lançou "Viva Zen" também pela Publifolha.

"Sempre Zen - Aprender, Ensinar e Ser"
Autora: Monja Coen
Editora: Publifolha
Páginas: 48
Quanto: R$ 24,50
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 e no site da Publifolha

Leia notícia na fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u351880.shtml

Monges tibetanos estudam ciência a pedido de Dalai Lama


Monges e monjas tibetanos passam suas vidas estudando o mundo íntimo da mente, e não o mundo físico da matéria. Mas, por um mês no trimestre passado, um grupo de 91 deles se dedicou ao estudo do reino corpóreo da ciência.

Em lugar de analisarem textos budistas sobre o karma e o vazio, os monges aprenderam sobre a lei do movimento acelerado de Galileu, cromossomos, neurônios e o Big Bang, entre outros tópicos muito diversificados. Muitos dos integrantes do grupo, formado por pessoas dos 20 aos 40 e tantos anos, jamais haviam aprendido ciência e matemática. Nos mosteiros budistas do Tibete, o currículo se mantêm inalterado e inconteste há séculos.

Para tornar o desafio ainda mais difícil, alguns dos monges tinham domínio bastante limitado do inglês e precisavam recorrer a tradutores tibetanos a fim de absorver o curso intenso de quatro semanas sobre física, biologia, neurociência, matemática e lógica oferecido pelos professores da Universidade Emory, em Atlanta.

Mas os monges transformaram as aulas, que aconteciam em período integral, numa forma de experiência prática. No campus de uma faculdade budista aqui em Dharamsala, Índia, o lar do Dalai Lama no exílio, monges e monjas em seus roupões carmesim conduziram experiências com pêndulos, recolheram plantas nos sopés das montanhas do Himalaia para aprender sobre a seleção natural e inclinaram suas cabeças calvas por sobre os microscópios para observar um mundo que lhes era desconhecido.

Os monges e monjas tibetanos passam 12 horas ao dia estudando filosofia e lógica budista, recitando orações e debatendo textos religiosos. Mas a ciência vem sendo objeto de uma campanha especial de estímulo iniciada pelo Dalai Lama, que há muito vem advogando a adoção de métodos modernos de educação nos mosteiros e escolas tibetanos no exílio, sem que isso implique em abandonar as tradições tibetanas. A Índia abriga uma população ao menos 120 mil tibetanos, a maior comunidade estrangeira de pessoas oriundas do país.

A ciência pode parecer contraditória com relação aos rituais religiosos tibetanos. A reencarnação de altos sacerdotes tibetanos é identificada por meio de sonhos e augúrios. O Dalai Lama atribui ao oráculo do país a informação que o ajudou a fugir do Tibete em 1959, enquanto as tropas chinesas avançavam contra a capital, Lhasa.

Mas o líder espiritual tibetano considera que ciência e budismo sejam "abordagens investigativas" complementares, ambas "dirigidas ao mesmo grande objetivo, a busca pela verdade", como escreveu o líder religioso em "The Universe in a Single Atom" o universo em um único átomo, seu livro sobre "como a ciência e a espiritualidade podem servir ao mundo". O Dalai Lama enfatiza que a ciência é especialmente importante para os religiosos que estudam a natureza da mente e o relacionamento entre cérebro e mente.

A resistência inicial de alguns monges importantes e o medo de diluição dos estudos tradicionais nos mosteiros se reduziram gradualmente. Agora, o Dalai Lama espera que, com a ajuda da Universidade Emory e de outros programas, a ciência se torne parte de um novo currículo, que incluirá livros científicos em tibetano e tradutores especializados, para resultar em uma geração de líderes religiosos com uma boa fundação de conhecimento científico.

Existem outros motivos para integrar a ciência ao budismo tibetano. Os tibetanos estão registrando o 50° aniversário de seu exílio, este ano, e o retorno à pátria parece continuar improvável. A necessidade de manter a identidade cultural tibetana viva, mas também moderna e relevante, está ganhando urgência à medida que o Dalai Lama, 73, envelhece.

"Caso nos mantenhamos isolados, desapareceremos", disse Lhakdor, diretor da Biblioteca de Obras e Arquivos Tibetanos, em Dharamsala. O Dalai Lama mesmo declarou em muitas ocasiões que o isolamento com relação ao mundo foi um fator que facilitou a queda do Tibete diante da agressão chinesa. Lhakdor também vê semelhanças e não contradições entre a ciência e o budismo. Como no budismo, "a abordagem da ciência em geral se baseia em constatações isentas realizadas por meio de observação, análise e da descoberta da verdade", ele apontou.

Há outros líderes ainda mais francos quanto à necessidade de aprender ciência. "O século 21 já chegou", diz Tenzin Lhadron, uma monja de 34 anos e muito franca, que se inscreveu no curso de ciências deste ano. "Todo mundo é influenciado pela ciência. Nós queremos saber do que se trata".

Ela não conta com qualquer educação formal, a despeito dos 19 anos que dedicou aos estudos do budismo em um monastério em Dharamsala. Para ela, a matemática apresenta séria dificuldade; frações e porcentagens são algo de completamente novo. "Mas vou tentar aprender", ela prometeu.

A Iniciativa Emory de Ciência para o Tibete, que responde pelos cursos que estão sendo realizadas agora, está em seu segundo ano. Ela foi precedida por um programa conhecido como "Ciência para Monges", criado em 2001 com o apoio de Bobby Sager, um filantropo de Boston. A pedido do Dalai Lama, o programa anterior trouxe professores de ciências de diversas universidades norte-americanas para lecionar a monges tibetanos na Índia.

O programa original se desenvolveu e resultou em um plano apoiado pela Universidade Emory com o objetivo de introduzir a ciência nos mosteiros tibetanos da Índia, nos próximos anos, com a ajuda da biblioteca tibetana de Dharamsala.

A iniciativa da Emory resultou em um manual científico bilíngue em inglês e tibetano, produzido por professores da universidade e tradutores vinculados à biblioteca. Conferências de tradução resultaram em um glossário científico que introduziu termos como "eletromagnetismo", "mudança climática" e "clonagem" no idioma tibetano.

O programa original de ciência para monges se transformou em um seminário anual de liderança científica com duas semanas de duração, dirigido a estudantes avançados que desfrutam todos do título "geshe", o equivalente a um doutorado para os religiosos tibetanos. Este ano, o evento culminou com a primeira "feira de ciências" já realizada em Dharamsala, entre os dias 22 e 24 de junho.

Os monges fizeram apresentações sobre ondas sonoras, as origens do universo e a forma pela qual o cérebro trabalha. A Universidade Emory projeta o curso de verão como um programa de cinco anos, com aulas gradativamente mais avançadas, nos anos posteriores, para os novos estudantes.

Um terceiro programa, conhecido como "o encontro entre a ciência e o dharma", desde 2002 envia alunos de pós-graduação de universidades europeias para os mosteiros tibetanos na Índia, onde eles lecionam ciência básica. Quando alguns dos monges se matriculam nos programas científicos mais avançados, eles já passaram por alguns anos de instrução científica.

Tradução: Paulo Migliacci ME

Fonte Original: The New York Times

Leia notícia na fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3854756-EI238,00-Monges+tibetanos+estudam+ciencia+a+pedido+de+Dalai+Lama.html

Arquitetura em nome do sagrado



Três templos em homenagem a Buda estão entre os mais visitados da autêntica Chiang Mai

CHANG MAI - O mausoléu gigantesco do Wat Chedi Luang - com mais de 80 metros de altura e 50 de largura - teve a honra de abrigar por quase um século, entre 1468 e 1554, o Buda Esmeralda, a imagem da divindade mais venerada da Tailândia. A escultura só foi retirada do templo após um forte terremoto, cujos danos são visíveis ainda hoje.

Uma ausência relevante, certamente, mas não o suficiente para tirar a graça do monumento, cuja história está ligada à vontade de um rei, Saen Muang Ma, de preservar as relíquias de seu pai.






















A arquitetura de influência birmanesa do período Lanna é marcada por bases exageradas e muitos degraus. Sua parte mais alta, chamada de pagode ou abóbada, é uma representação arquitetônica do cosmo cuja função é receber uma imagem de Buda.

Saen Muang Ma não pôde ver a conclusão de sua obra, iniciada em 1441. A construção do templo terminou dez anos após sua morte, já sob o reinado de Tilokaraj.

ARTE LANNA
O templo Wat Phra Singh, um dos mais visitados de Chiang Mai, é considerado exemplo de arte do período Lanna. É mais antigo que o Wat Chedi Luang - foi erguido em 1345 - e recebeu esse nome por ter sido o primeiro a abrigar a imagem do Buda Phra Singh.

Os murais do templo são ornados com desenhos de fábulas e cenas da antiga corte birmanesa (hoje Mianmar), que dominou a região durante o século 19. Registram o trabalho de artistas de várias etnias, especialmente os chineses com sua forma de entalhar a madeira.

Outro templo de Chiang Mai, Wat Phra That Doi Suthep, é um dos espaços mais sagrados do norte da Tailândia. Não à toa, atrai multidões de peregrinos. Conta-se que um elefante branco, animal muito raro, hoje símbolo do país, subiu até o alto da montanha Doi Suthep, deu três voltas ao redor de um determinado ponto e, em seguida, ajoelhou-se e morreu. O fato foi interpretado como a indicação da área onde deveria ser construído um pagode. A obra começou em 1383.

Para chegar, há uma escada de 306 degraus e um funicular. O lugar guarda símbolos do período Lanna, como murais com cenas da vida de Buda.

Wat Phra That Doi Suthep: tíquete do funicular a 30 bahts (R$ 1,70)

Por Teresa Ribeiro - O Estado de S.Paulo

Leia notícia na fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,arquitetura-em-nome-do-sagrado,395312,0.htm

Começam obras de manutenção no maior templo budista do Tibet


Começaram as obras de manutenção do maior templo budista do Tibet, o Mosteiro de Zhaibung, situado a oeste da capital Lhasa. Trata-se de um dos seis principais templos da seita de Gelug, faccão predominante do Budismo Tibetano.

Com 600 anos de história, o tempo tem sido rigoroso com a construção. Em condições mais precárias e perigosas a cada dia, o governo central chinês decidiu reparar o mosteiro em sua totalidade. Yu Dawa, diretor de Patrimônios da Região Autônoma do Tibet, declarou:

"Para administração e recuperação do Mosteiro de Zhaibung, o governo vai investir 65 milhões de yuans. Ao mesmo tempo, os governos regional, municipal e o próprio templo irão destinar 18 milhões de yuans para reconstruir e reparar os sistemas de abastecimento e drenagem de água."

O diretor da Comissão de Administração Democrática do Mosteiro de Zhaibung, Awang Tobjor, disse:

"Desde 2003, o país tem investido muito na reconstrução e manutenção do Mosteiro, resolvendo problemas de eletricidade, transporte e acesso de água. Nós monges agradecemos muito."

Desde a década de 1980, o governo central chinês investiu 300 milhões de yuans para reparar 1400 mosteiros no Tibet. Outros 330 milhões foram direcionados à manutenção do Palácio de Potala, Norbolingka e Mosteiro de Sagya. De 2006 a 2010, o país terá investido um total 570 milhões de yuans na proteção dos 22 patrimônios históricos tibetanos.

Leia notícia na fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2009/06/25/1s109313.htm

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O Homem Mais Feliz do Mundo?

Na minha última viagem à Asia, passei uma semana no Nepal. Na ocasião, coloquei vários posts sobre os protestos tibetanos e uma matéria exclusiva saiu na Epoca.

Mas, em Katmandu, não fiquei apenas seguindo manifestações. Entrevistei muitas pessoas. E um deles merece destaque: o monge budista francês Matthieu Ricard. Ele mora no monastério Shechen, no bairro tibetano Bouda, e foi considerado como o “homem mais feliz do mundo”!


Matthieu Ricard mora no Nepal há mais de 30 anos.


Tudo começou com um email de corrente - daqueles que a gente detesta receber - que vinha com esse mesmo título. Descartei a mensagem, mas retive o nome do monge. Quando eu preparava minha viagem ao Nepal, lembrei que Matthieu vivia em Katmandu e fui atrás dele.

Matthieu e eu nos cruzamos em Katmandu por apenas um dia. Eu chegava do Butão e ele partia para França. Mesmo com sua agenda lotada, conversamos por um par de horas no monastério. O resultado dessa conversa é uma bela reportagem que está publicada na revista Galileu de agosto, já nas bancas. O tema principal é a felicidade. Um dos momentos da entrevista que mais gostei foi quando perguntei a Matthieu sobre o budismo:

“A mente é a especialidade do budismo”, diz Matthieu Ricard. “Não considero o budismo como uma religião. Não perdemos tempo discutindo Deus. Esta é uma questão irrelevante. Buscamos saber como a mente humana funciona. Precisamos refinar a percepção de nossa realidade.” Aí é que entra o papel da meditação. Uma mente mais tranquila responde melhor aos desafios da vida, enquanto as emoções descontroladas levam para o caminho oposto. O ódio, a inveja, a raiva ou a arrogância são sentimentos que minam a felicidade. Parece simples.

A matéria de seis páginas tem fotos do Tibete, Butão, Ladakh e Mianmar. Todas são retratos de um estado de espírito muito especial que encontrei nesses países.

por Haroldo Castro - Viajologia Revista Época

Leia notícia na fonte: http://colunas.epoca.globo.com/viajologia/2008/07/